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Quase Memória, o “quase-romance” que marcou a volta de Carlos Heitor Cony à ficção, é uma homenagem verdadeira, poética e irreverente ao pai-herói da infância do autor, e também um pequeno tesouro da literatura brasileira. Ouça o podcast:
Quase Memória, o “quase-romance” que marcou a volta de Carlos Heitor Cony à ficção, é uma homenagem verdadeira, poética e irreverente ao pai-herói da infância do autor, e também um pequeno tesouro da literatura brasileira. Ouça o podcast:
Não fosse o fato de eu admirar o catálogo da Não editora - e de acompanhar sempre com curiosidade a nova geração de autores gaúchos -, provavelmente nada me atrairia no livro Areia nos Dentes. O western nunca foi meu gênero preferido na literatura nem no cinema, muito menos um western com zumbis! Mas o romance de estreia de Antônio Xerxenesky foi uma das felizes surpresas na minha pilha de cabeceira no ano passado. Aliás, o livro participou da Copa de Literatura Brasileira de 2009 e, se não me engano, chegou às quartas de final. Quer saber mais? Ouça o podcast a seguir:
Desde que comecei a ler os romances do inglês Ian McEwan, tive a sensação de ter encontrado “o meu” escritor. É assombrosa a profundidade psicológica de seus personagens, a tensão das situações, a fluidez do texto, enfim, tudo o que eu prezo na literatura. No podcast a seguir você ouve meus comentários sobre o romance Na Praia - uma pequena jóia, junto de O Jardim de Cimento, também do mestre. Boa leitura!
Ouça a seguir o podcast do programa veiculado há alguns meses no Orelha do Livro, sobre a poesia do piauiense Mário Faustino, que viveu apenas 32 anos.
Quando pesquisava a obra cinematográfica de Lucrecia Martel, diretora argentina que foi tema da minha especialização em cinema, em 2007, me deparei com uma de suas influências mais caras: Horacio Quiroga. A atmosfera aterrorizante dos contos deste uruguaio do século 19 está presente nos três longas-metragens da cineasta. O volume “Contos de amor, de loucura e de morte“, de 1917, consagra Quiroga como um dos principais contistas de seu tempo, e continua influenciando escritores até hoje. Ouça o podcast do programa, veiculado em março na Lumen FM.
Já comentei aqui antes sobre o Rodrigo Madeira, poeta paranaense de quem gosto muitíssimo. Há poucos meses, durante uma tarde chuvosa no café do Paço da Liberdade (olhando pela janela o céu de Curitiba), li seu livro mais recente, Pássaro Ruim. Acho-o ainda mais maduro, mais exato do que a obra anterior, Sol Sem Pálpebras. Para quem lê poesia (conheço muitos leitores que não se arriscam), o volume é um retrato bem particular da cidade e do poeta. Ouça o podcast do programa que foi ao ar em fevereiro, na rádio Lumen FM (na trilha de fundo, Wandula, para dias introspectivos).
Com o Twitter dominando a comunicação - e inspirando iniciativas literárias mundo afora -, vale conhecer a obra sintética e originalíssima de Félix Fénéon, escritor, jornalista e anarquista francês (o figura aí em cima). Fénéon ficou famoso por suas Novelas em Três Linhas, que surgiram na seção de obituário do jornal Le Matin no começo do século 20. Ouça o programa, que foi ao ar em fevereiro na Lumen FM.
O escritor e jornalista argentino Tomás Eloy Martínez (falecido em janeiro deste ano) esteve no Orelha do Livro em fevereiro, num programa em que comento um de seus livros mais saborosos. Ouça o podcast:
Dois livrinhos deliciosos, de Jean-Claude Carrière e David Merveille, lançados pela Cosac Naify. Confira a dica no podcast do programa que foi ao ar em fevereiro:
A coletânea Contos Fantásticos no Labirinto de Borges deve interessar os admiradores do escritor argentino, Jorge Luis Borges. Organizado por Bráulio Tavares, ele reúne contos dos mestres que mais influenciaram o autor de História Universal da Infâmia e amigo de Bioy Casares. Ouça o programa veiculado em fevereiro de 2010, na Lumen FM:
Contos Fantásticos no Labirinto de Borges [Braulio Tavares] [1:42m]: Play Now | Play in Popup | Download