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A revista BRAVO! deste mês publicou sua lista dos dez melhores livros de literatura brasileira dos anos 2000. Em primeiro lugar aparece O Filho Eterno, romance de 2007 do catarinense radicado em Curitiba, Cristóvão Tezza. O resultado já era esperado: em 2008, a obra, que narra a relação entre um pai e seu filho portador de síndrome de Down, recebeu todos os prêmios literários daquele ano.
A lista da BRAVO! segue com Em Alguma Parte Alguma, de Ferreira Gullar, que marca o retorno do autor maranhanse após onze anos sem publicar poesia. Em terceiro lugar está Budapeste, de Chico Buarque - para mim, sua melhor obra. Milton Hatoum e Bernardo Carvalho vêm em seguida, respectivamente com Cinzas do Norte e Nove Noites.
Senti falta de caras como Ronaldo Correia de Brito, Marçal Aquino, Beatriz Bratcher e Carlos de Brito e Mello, para citar alguns. Mas não deixa de ser um belo painel da literatura nacional.






