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jan

Graças à saborosa coluna do jornalista José Carlos Fernandes, ficamos conhecendo mais uma “bibliolouca”, nascida da criatividade e da paixão pelos livros de pessoas como o Alberto Melo Viana - quem, aliás, eu já conhecia pelo semanal Fotomail. Leia o texto, inspire-se e, por que não, invente você também uma biblioteca original.

Conceição e a chave do banheiro

Alberto Melo Viana – um dos decanos do fotojornalismo paranaense – montou uma biblioteca minúscula numa câmara de lixo desativada de seu prédio

Publicado em 08/01/2010 | jcfernandes@gazetadopovo.com.br

Sei não, mas acho que um dia alguém ainda vai escrever a História das Bibliotecas Improváveis. Os índices culturais no Brasil, sabe-se, não são de empinar o topete. Os espaços públicos destinados a livros, contudo, não param de se multiplicar, comprovando que podemos não figurar entre os melhores fregueses da Feira de Frankfurt, mas somos intrépidos criadores de endereços para leitura.

Coleciono tudo o que sai na imprensa a respeito e posso assegurar que daria até para bolar um city tour pelas bibliotecas nascidas da imaginação tupi, a exemplo do que realiza o canadense Jeremy Mercer, maluco beleza que não só visita, como pernoita em livrarias do mundo inteiro. Toda gente quer conhecer os buracos em que ele estende seu colchonete – pudera. (Continue lendo.)

28
jun

A biblioteca comunitária criada pelo jornalista Alessandro Martins na padaria Pote de Mel, em Curitiba, ganhou uma bela crônica do José Carlos Fernandes no jornal Gazeta do Povo da semana passada. Eu, que frequento o local e já doei alguns itens da minha biblioteca pessoal, sou fã da iniciativa, e fã também do texto do JCFernandes, que você pode ler na íntegra aqui. “É bom que os livros venham do mesmo lugar onde é feito o pão”, não é mesmo? A propósito, se você souber de outros projetos de incentivo à leitura rolando em sua cidade, escreva pra gente contando como funcionam.