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Quando pesquisava a obra cinematográfica de Lucrecia Martel, diretora argentina que foi tema da minha especialização em cinema, em 2007, me deparei com uma de suas influências mais caras: Horacio Quiroga. A atmosfera aterrorizante dos contos deste uruguaio do século 19 está presente nos três longas-metragens da cineasta. O volume “Contos de amor, de loucura e de morte“, de 1917, consagra Quiroga como um dos principais contistas de seu tempo, e continua influenciando escritores até hoje. Ouça o podcast do programa, veiculado em março na Lumen FM.

 
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