12
ago

O número 010 da Juliette revista de cinema traz uma novidade: a estreia da coluna Do Livro à Tela, assinada por mim, onde serão analisados filmes originários de obras literárias. O pontapé inicial foi dado com “Zazie no metrô”, livro de Raymond Queneau que está completando meio século de vida, levado às telas em 1960 pelo nouvelle vagueano Louis Malle.

O lançamento da revista acontece nessa quinta-feira na Fnac Curitiba, às 19h30, com presença do crítico de cinema Marden Machado e desta que vos fala. A conversa deve girar em torno das novas formas de exibição nas salas de cinema (3D, Rain, IMAX etc) e das questões envolvendo adaptações literárias para a telona.

Quem assina as ilustrações da edição 010 de Juliette é a multitalentosa Maureen Miranda - sim, a atriz. Os textos ficam por conta de Isaac Pipano, Maura Oliveira Martins, Dennison de Oliveira, Natalia Barrenha, Isadora Rupp, Josiane Orvatich, Murilo Wesolowicz e yo. Para fechar, uma entrevista inédita com Jorge Furtado. Mais info no site da Juliette.

07
ago

Em outubro de 1849, o escritor norte-americano Edgar Allan Poe foi encontrado nas ruas de Baltimore em profundo estado de delírio, vestindo roupas que não eram suas e repetindo sem parar o nome “Reinolds”. Levado para um hospital da região, morreu quatro dias depois. Até hoje a causa de sua morte continua sem explicação.
Esse mistério será levado às telas de cinema pelo diretor James McTeigue (V. de Vingança), sob o título “The Raven” (O Corvo), que batiza um dos poemas mais conhecidos do autor, cujo bicentenário foi comemorado em janeiro deste ano.

21
nov

 
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Miranda July é uma artista versátil. Além de cineasta, roteirista, atriz e performer, agora é também escritora. E uma escritora talentosíssima, muito acima da média. Confira no podcast aí em cima.

14
nov

Mistura de cinebiografia, manual de meditação e ensaio espiritual, “Em Águas Profundas” é a estréia de David Lynch no mercado editorial. Neste pequeno livro com menos de 200 páginas, o diretor de Blue Velvet revela um pouco do que aprendeu em 33 anos de prática do programa de Meditação Transcendental. E explica: “O desejo por uma idéia é como uma pescaria. Quando você pesca, é preciso ter paciência. Você coloca a isca no anzol e depois espera. O desejo é a isca do anzol que atrai o peixe, ou seja, as idéias. O bom disso é que, quando se pega um peixe do qual se gosta, mesmo que não passe de um peixinho – o fragmento de uma idéia –, ele atrai outros peixes, e todos acabam sendo pescados. E se está então no caminho certo. Logo haverá mais e mais fragmentos, fazendo emergir a idéia completa. Tudo isso, porém, começa pelo desejo”. Clique e escute agora o podcast.

 
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