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Este sábado o suplemento G Ideias, do jornal Gazeta do Povo, publica uma edição especial sobre cultura argentina contemporânea que preparei em parceria com o jornalista e amigo Rafael Urban. O caderno, cheio de referências interessantes de cinema, música, quadrinhos e literatura, traz uma entrevista que fiz por email com a escritora-revelação Samanta Schweblin, vencedora do prêmio Casa de las Américas de 2008 e uma das contistas mais badaladas do momento no país de Borges e Cortázar. Sobre o fato de ser rotulada como uma autora de literatura fantástica, Samanta diz que ser catalogado é um mal necessário. “Recorta o que nos faz diferentes como escritores, porque é justamente nos limites e nos entrecruzamentos entre gêneros que a literatura é mais rica, mas, no fim das contas, sempre há um pobre livreiro que tentará fazer o melhor pelo seu livro, e para isso é obrigado a guardá-lo em alguma estante, catalogá-lo em algum lugar onde depois possa encontrá-lo”. Se o seu espanhol não estiver enferrujado demais, entre no site da escritora e leia alguns de seus contos. E não perca o G Ideias deste sábado.











