Do japonês, vertigem. Foi esta palavra sonora e poética a escolhida para nomear o primeiro jornal do Brasil dedicado à literatura e às artes japonesas. A publicação, uma iniciativa da escritora Marília Kubota em parceria com outras entusiastas da terra do sol nascente, terá lançamento em Curitiba esta semana, durante a 28a Feira de Livros do Sesc Paraná. O número zero traz o perfil de Claudio Seto (introdutor do mangá no país, falecido no ano passado), um artigo sobre o estúdio Ghibli (do criador de “A viagem de Chihiro”) e uma entrevista com o escritor Wilson Bueno, autor de dois livros de tanka: “Pequeno Tratado de Brinquedos” e “Pincel de Kyoto”. O tanka, para quem não conhece, é uma forma poética japonesa clássica, muito popular no Japão antes da difusão do haicai. O jornal Memai será trimestral, com distribuição gratuita, e seu conteúdo pode ser lido aqui.







2 Responses to “E nasce Memai”
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